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Pânico 7: nostalgia com um final que decepciona — ★★☆☆☆

  • Foto do escritor: Anna Clara
    Anna Clara
  • há 2 dias
  • 1 min de leitura

Pânico 7 começa promissor, com um primeiro e segundo ato que conseguem entregar o entretenimento brutal e metalinguístico que os fãs esperam: mortes criativas, ritmo ágil e, como sempre, Neve Campbell carregando o filme com seu carisma inegável e presença de protagonista – é impossível não torcer por Sidney enquanto ela enfrenta um novo Ghostface e tenta proteger sua filha. Em muitos momentos essa energia inicial resgata a nostalgia da franquia e até lembra o charme que fez os primeiros filmes um marco do terror moderno.


No entanto, o terceiro ato compromete tudo o que veio antes: a resolução final parece desconexa, arrastada e falta à trama a inteligência e a mordacidade que marcaram os melhores capítulos da série. Muitos críticos notam que Pânico 7 entrega um Ghostface pouco inspirado e um desfecho que não justifica os riscos narrativos tomados no início, deixando a sensação de que a franquia está se repetindo ou até tropeçando em si mesma – uma conclusão que, para mim, faz deste um dos piores finais da saga, apesar dos momentos divertidos e de uma protagonista ainda carismática.



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