• Anna Naylor

REVIEW | A Possessão de Mary (2019)

O mal precisa de um corpo. E esse corpo era o barco.


Em A Possessão de Mary, uma família navegando em águas isoladas descobre que o navio que eles compraram guarda segredos terríveis. Eventos aterrorizantes começam a assombrá-los, fazendo cada um deles questionar a própria sanidade.


O filme começa com Sarah sendo entrevistada por uma agente especial, após ter sido achada à deriva, perto de uma marina. Ela então começa a contar os eventos que levaram àquele momento. Com um flashback 4 meses antes disso, vemos a família de Sarah abdicando de seus bens para comprar o veleiro Mary, encontrado abandonado e totalmente vazio para abrir um negócio com ele.


Juntos, eles reformam todo o veleiro e resolvem viajar para Bermudas, com mais 2 tripulantes. Já a partir dos 30 minutos de filme, coisas estranhas começam a acontecer, e os indícios de um “barco assombrado” já ficam bem evidentes - a primeira vítima não demora a aparecer. Como em 90% dos filmes de terror envolvendo crianças, a filha mais nova parece ter um contato mais direto com a possível entidade.



Surpreendentemente, a família não demora pra perceber que algo estranho está acontecendo, mas infelizmente já está tarde demais para voltar - a única opção é seguir em frente, em direção ao destino. A partir disso, uma série de acontecimentos bizarros se desenrolam, e o desfecho da história se aproxima.


Falando em desfecho, não sei nem por onde começar. No momento que o filme poderia surpreender, nada acontece - com um final extremamente previsível, é claro. Com um elenco espetacular e efeitos decentes, o que A Maldição de Mary entrega é simplesmente tosco. O filme ter como premissa ser um terror assombradamente assustador, mas não assombra nem assusta.


A pergunta que fica no final do filme é simples: o que o Gary Oldman estava pensando quando aceitou esse papel?


#APossessãoDeMary

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