REVIEW: 1922 (2017)

No ano de 1922, o fazendeiro orgulhoso Wilfred James (Thomas Jane) e sua esposa Arlette (Molly Parker) herdam um terreno de 100 acres no Nebraska. Wilfred vê isso como uma oportunidade de ouro de aumentar o tamanho de sua propriedade, pegando esses 100 acres a adicionando à sua fazenda de 80 acres, que um dia será de seu filho Henry (Dylan Schmid). Porém, Arlette tem outra ideia, e quer vender o terreno por uma boa quantia de dinheiro para que a família possa se mudar para Omaha e começar do zero. Sempre achando que a cidade é para tolos, Wilfred se recusa a abrir mão da fazenda, encarando um possível divórcio.
Em um ano cheio de adaptações de livros de Stephen King, 1922 tenta proceder O Jogo Perigoso e It - A Coisa com uma nota alta - e consegue. 1922 é fascinante ao explorar o que a culpa pode fazer com um homem, tendo uma atuação impecável de Thomas Jane e uma direção de tirar o fôlego.

Zak Hilditch, que escreveu e dirigiu o filme, faz um trabalho incrível ao capturar o tom perfeito para a narrativa. Teria sido muito fácil capturar a personalidade lenta de Wilfred, mas Jane e Hilditch acharam todas as camadas para fazer desse personagem uma presença cativante, demonstrando uma variedade de emoções ao longo das cenas.

Por mais que não tenhamos muitas pessoas no elenco de apoio, Dylan Schmid faz um ótimo trabalho como Henry - um jovem que infelizmente é arrastado para dentro dessa situação sombria. Por mais que o seu papel não seja tão prevalecente quando o de Jane, ele demonstra uma maturidade e uma presença que vai além de sua idade.

No final das contas, 1922 é uma ótima adaptação de Stephen King, que vai agradar tanto aos fãs do escritor, quanto aos fãs do terror psicológico. 1922 é como uma vela que queima bem devagar, com uma história simples mas com atuações estelares e uma direção impecável.


REVIEW: 1922 (2017) REVIEW: 1922 (2017) Reviewed by Unknown on outubro 22, 2017 Rating: 5

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